segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Para a próxima aula (08/09)

Comente aqui os Capítulos 7, 8 e 9 do livro Jornalismo de Revista.

7 comentários:

Luiza Lima disse...

Os capítulos 7,8 e 9 são o encerramento do livro de Marília Scalzo. A sétima parte do livro aborda sobre como fazer uma boa revsta. Uma pauta bem elaborada e textos bem escritos são importantes para se atarair leitores e manter um bom padrão de qualidade. A autora também atenta que deve-se prestar atenção a capa, fotografia, infografia e design, mas lembrando sempre que, apesar de ser um atrativo para sua publicação, mas não é o principal.
O capítulo 8 fala sobre a ética e a relação entre o meio e a publicidade. Muitas vezes, os jornalistas agem de manera pouco ética para formular suas máterias, escutam poucas fonte ou mostram a a matéria a fonte antes da matéria ser publicada para garantir que a informação está correta. Além disso deve-se tomar cuidado com a publicidade. Mesmo sendo dificil não depender da verba publicitária, não se pode deixar que os anunciantes tenham a palavra final na publicação, tal ato pode resultar em perda de credibilidade.
Por fim, o capítulo 9 trata sobre como fazer os acertos finais de uma revista para atingir o leitor e criar afinidade com o mesmo. Para exemplificar, a autora conta como foi feita a reformulação da revista Capricho da Editora Abril entre os anos de 1990 e 1992.

Jéssica Macêdo disse...

Nesses capítulos a autora ressalta as maneiras de se chegar ao sei leitor de forma atrativa. É importantíssimo, assim como em qualquer outro meio de comunicação de massa, que a informação seja tratada com cautela e que tenha credibilidade. Por isso, muitas das matérias publicadas em revistas passam pelas mãos da fonte antes, para que sejam garantidas informações corretas.

O design gráfico da Revista também tem muita importância. Cada vez elas estão mais elaboradas, mais atrativas e menos cansativa na hora da leitura.

Apesar do que é comum hoje em dia, de se fazer matérias pagas, é necessário que a revista esteja atenta para que isto não afete sua credibilidade causando consequente perda de público.

Nina disse...

Nos últimos capítulos do livro trata de questões mais institucionais de uma Revista, como a Linha Editorial e a Relação com a Publicidade.
Dois elementos que nenhuma revista sobrevive sem. Sem uma linha editorial a revista não tem foco, também não tem segmento. E a publicidade é necessária para sustentar a revista, mas sem exageros para não se torna um catálogo.
Por último, Scalzo fala de sua experiência na reformulação da Revista Capricho e explicar pontos chaves para isso.

Caroline Nardiane disse...

Nestes capítulos a autora fala sobre o que precisa para se ter uma boa revista, isto é, com um plano editorial,uma missão definida e direção da pauta. O design e fotografia também são essenciais para atrair o leitor e são postas em destaque como meios de funcionamento e sucesso da revista. Marília Scalzo destaca também um ponto primordial que todo jornalista precisa ter: a ética. Está traz confiança e credibilidade. No útimo capítulo a autora fala sobre sua experíencia na revista Capricho, bem como os preconceitos e amadurecimento no campo profissional.

Anônimo disse...

De acordo com o que esta nós capitulos 7,8 e 9 a autora diz o que é precis o para se ter uam boa revista. As fotos a capa tud o tem que chama atenção do leitor pois ceca de 80% da população primeira mente ver toda a revista para depois ler as materias a autora diz que uma revista tem que seduzir o seu leito.A autora fala das sua experiencia com revista para ela não tem nada mais, facinante do que fazer planejar uma revista de qualidade.Marilia scalzo destaca um ponto primodial na vida de um bom proficional a etica acima de tudo pois tudo isto lhe proporciona muyita credibilidade, responsabilidade, e o respeito de todos.O design são pontos importantissimo para uma revista de credibilidade.Então tente fazer a difernça quando pensar em fazer uma revista de qualidade.

Francisco Elizeu Porto Nascimento disse...

Vários quesitos justificam uma boa revista. O plano editorial, por exemplo, deve ser constantemente reavaliado para criar um norte sobre os leitores e o mercado. A capa da revista pretende demonstrar uma sincronia entre a foto e a chamada, ambas se justificam e se complementam. Outros recursos como boas fotos, legendas e infográficos criativos e inteligentes também fazem a diferenca.
A relacão do conteúdo editorial com a publicidade, apesar deste último ter seu valor junto ao leitor, deve manter uma certa distincão e independencia. Caso contrário, pode comprometer a confiabilidade da revista.
No último capítulo, a autora faz uma análise da sua experiência como Redatora Chefe da revista Capricho. No início dos anos 90, a revista passou por uma ampla reestruturacão de plano editorial. Ela ainda atenta para os preconceitos sobre os segmentos, uma vez que, segundo ela mesma conta, tinha uma certa resistência ao mercado das revistas. Por outro lado, foi justamente nesse ramo onde adquiriu um background cultural em jornalismo e sobre o próprio produto, a revista. Depois de tantos desafios ao longo da sua carreira na revista Capricho, Marília Scalzo atua ,hoje,como diretora do Curso Abril de Jornalismo.

Por Francisco Elizeu Porto Nascimento

Paulo Fernandes disse...

CAPÍTULO VII – Revistas nascem, crescem e morrem. Sua missão é tornar claro para os leitores temas complexos. O plano editorial deve ser isento e não agradar a governo ou opositores deve manter o foco nos leitores e suas necessidades. A escolha da pauta é o caminho para o sucesso. A pauta deve ser coerente para atender a organização do ordenamento das seções, colunas e entrevistas. Diversidade não é bagunça. O design não é arte, é comunicação e informação dada de modo atraente, fácil de ler. As fotos devem prender o leitor àquela página e as legendas puxam atenção para o texto. Os infográficos podem fazer o leitor decidir ler ou não a matéria. Mais da metade dos leitores não lêem todo o texto, alguns abandonam por achar que leram o suficiente, está chato ou precisam fazer outra atividade.
CAPÍTULO VIII
A informação deve ser bem apurada, lícita, com fontes confiáveis, checada, confrontada e acima de tudo dentro do processo ético. É preciso ser e parecer honesto, independente, isento e transparente. Pressão de superiores, presentes, oferecimentos gratuitos não significa gratidão na cobertura editorial. Jornalista não é boi manso preso por cabresto aos interesses comerciais, políticos, partidários, governamentais ou religiosos. Deve manter sua credibilidade a todo custo.

CAPÍTULO IX – A revista Capricho para acertar o foco no leitor, passou por várias transformações. Seu público inicial era de meninas que se comunicam com a redação mais do que as mulheres adultas. Enviam milhares de cartas pedindo conselhos, ajudas, dicas para trabalhos escolares ou comportamento com namorados. Esse público está em constante mutação: sua moda, mania, gostos, gírias. Tudo muda de dia para outro. Começou em 1952 com fotonovelas. Depois focou nas jovens donas de casa. Chegou a ser considerada “revista da empregada doméstica (pelas fotonovelas). Voltou às adolescentes (revista das gatinhas), depois publicou matérias picantes e de sexos para a classe C. Voltou à classe A e B com matérias discretas, tratando o sexo naturalmente, sem apelação. Por fim eliminaram os slogans das capas, ex: ”revista da moça moderna” e fizeram pesquisas de campo para acertar a linguagem e visual. Todos funcionários passaram a participar do processo de produção da revista. Hoje é a revista mais vendida do seu segmento.