Os capítulos IV,V e VI do Livro Jornalismo de Revista tratam dos princípios básicos desse meio revista. O primeiro é saber em que a revista se diferencia do jornal, ou da televisão e até a internet. O leitor tem uma relação de apego com a revista, por ser algo que se pode guardar,colecionar, etc. Por essa maior durabilidade as revistas tratam os assuntos com maior profundidade, saindo da factualidade excessiva. Após esta diferenciação a autora menciona o mercado para as revistas. Hoje as revistas especializadas ganham espaço e a máxima " É preciso falar com menos gente para poder falar melhor" se solidifica. O livro deixa claro também que o temor de que a mídia impressa morreria por causa da internet é infundado, "um meio não substitui o outro, o que acorre são ajustes e correção de rota. O último capítulo trata de um manual para um bom jornalista de revista, que deve ter os mesmo princípios seja qual for o meio em que trabalhe. A diferença dos que trabalham em redações semanais ou mensais é que eles tem mais tempo para apuração, por isso deve ao leitor novos ângulos, notícias exclusivas, explicações mais detalhadas, maior profundidade. Deve se salientar que o texto de revista não é um texto opinativo. Qualquer jornalista, seja qual for o meio, deve se autovigiar e refletir se ele está realmente fazendo o melhor e "duvidar de tudo - principalmente de si mesmo".
Capítulo 4 Para que a revista tenha uma intimidade com o leitor, a mesma precisa saber ouvi-lo. Um dos principais meios de aproximação entre o público e a revista é o serviço de atendimento ao leitor. Neste espaço o leitor dar palpites, criticas ou elogios. Para fazer revista é preciso ter uma idéia prévia da publicação e do público que pretende atingir e claro, a pesquisa “corpo a corpo” com o público (formal ou informal), para assim fazer as devidas correções. O formato da revista, a diferencia dos demais meios de comunicação impressa. Dentre as inúmeras qualidades, a revista é fácil de carregar, de guardar, não suja as mãos como os jornais e proporciona uma boa qualidade de leitura do texto e da imagem. O formato mais comum é de 20X2X26,06cm, que é o tamanho das revistas Veja e Time. Essa medida proporciona melhor utilização do papel e maior economia. Revistas Femininas Européias estão reduzindo seu formato, fazendo muito sucesso com as chamadas “revistas de bolso”. Independente das inovações tecnológicas, o que deve prevalecer é a necessidade do leitor. Os veículos de comunicação precisam respeitar a vocação de cada meio, caso contrário, tende a “morrer” muito rápido.A revistas não podem se limitar a apresentar apenas um resumo das principais notícias É necessário explorar além do que o público já sabe ou já conhece. É preciso “entrar” no ritmo de cada publicação. Um verdadeiro aprendizado.
Capítulo 5 Os veículos de comunicação disputam não somente a atenção do leitor, mas competem entre si, a publicidade e o dinheiro pago pelo anunciante. Com a concorrência, as revistas sabem que não podem depender somente dos anúncios, principalmente a revista de negócios que são as que mais sofrem. Diante disso, os meios impressos devem investir na circulação, seja com assinantes ou com vendas em pontos alternativos. Estão em alta, as revistas que se dedicam ao público que se preocupa com a qualidade de vida, as que trazem programação de televisão e fofocas de celebridades. Uma tendência no mercado são as revistas feitas por encomenda para empresas ou grupo. A primeira no Brasil foi “O Velocípede”, da Casa Comercial Bazar 65, na Bahia em 1875. Voltada ao consumo, as revistas, podem ser chamadas de “supermercados culturais, pois incentivam a cultura, estilo e muitas compras. Ao público conservador e consciente, crescem o mercado que prega uma vida simples e consciente. Muitos lançamentos que deram certo se deve as revistas que falam de saúde e vida ativa. A multiplicação e a segmentação das revistas está relacionada com o grau de modernização de um país, ou seja, quanto maior o número de publicações para os diferentes públicos, maior será a expansão cultural. O marco no mercado de revistas brasileiro na esteira do Plano Real. Com a estabilidade da moeda, as classes C e D entraram no chamado mercado consumidor. Com isso aumentou as publicações voltadas para as mulheres da classe C. A maioria de lançamentos de revistas no Brasil é copiada de revistas norte-americanas e européias. Sendo assim, deveria se investir em revistas que retratassem a realidade brasileira. Seria uma estratégia para as editoras. Ao longo das experiências, é preciso compreender que a revista precisa ter um foco. Precisa ter um segmento. Ao contrário da internet, ela não permite que o consumidor tenha acesso a ilimitadas informações. Sendo assim, a revista não fala com todo mundo e não individualiza o leitor.
Cada meio de comunicação tem sua vocação, mesmo quando uma tecnologia substitui outra. O que acontece entre os meios são ajustes e correções de rota. Cada um na sua direção. A revista tem o papel de reafirmar a identidade de grupos de interesses específicos, porém diante do confronto de novas tecnologias que ainda estão por vir, os veículos e principalmente as revistas terão que identificar suas especificidades e dispor do que os outros meios não oferecem.
Capitulo 6 Para ser um bom jornalista, exige se dedicação, muita leitura, entendimento no que se diz respeito à imprensa, o país e o mundo. A princípio é necessário ter uma cultura razoável, sem preconceitos e um olhar critico sobre o próprio trabalho. Um bom jornalista deve ser ético, sem arrogâncias e dar o melhor de si. O jornalista adquire credibilidade quando esse reconhece os próprios erros. É primordial que os princípios básicos do jornalismo sejam respeitados. Esforçar na apuração dos fatos, compromisso com a verdade, ouvir os dois lados, ter um bom texto e escrever bem é fundamental. “Uma mão lava a outra”. Digo isso porque são os bons textos que nos ensinam a escrever bem. O leitor precisa estar em primeiro lugar. Para isso é importante que o jornalista de revista entenda que na maior parte do tempo, ele estará mais ocupado na prestação de serviço do que em apresentar furo de reportagem. Para uma boa prestação de serviços é necessário checar as informações, ouvir fontes CONFIÁVEIS, e enfim, fazer o verdadeiro jornalismo diante de qualquer circunstância. Um jornalista especializado tem suas tipicidades e seus riscos. É a falta de especialização que o capacita a perguntar uma pergunta que ele e muitas outras pessoas não sabem, transmitindo assim, uma linguagem fácil. Já o jornalista especializado, pode perder a curiosidade do leitor comum. É preciso que o jornalista faça uma revista acessível aos leitores comuns e ao mesmo tempo por um especialista da área. Além dos princípios básicos, o bom jornalista de revista é aquele que consegue visualizar a matéria já editada na pagina. Os recursos gráficos não é problema para a revista. Dominar a linguagem visual é fundamental. Além disso, integração em equipe é primordial para que a revista supra as necessidades do leitor. Somando esses requisitos, teremos uma revista informativa e atraente.
O 4º capítulo do livro trata da diferença entre a revista e outros meios de comunicação, como é o processo de construção e as análises que devem ser feitas antes e pós- publicação. A proximidade que este veículo estabelece com seu leitor conhecendo melhor seus hábitos. Porém, ressalta para as dificuldades de se escrever matéria para uma revista, por esta ter sua periodicidade semanal, quinzenal e até mesmo mensal Logo em seguida a autora alerta para as publicidades que não tem dado mais lucro, como antes, pois os empresários passaram a publicar suas próprias revistas. Mostra a época em que esses periódicos começaram a atingir as camadas mais populares, e das adaptações que foram feitas para que a linguagem simples não se tornasse vulgar. E, por fim, ressalta que um bom jornalista deve conhecer um pouco de outras culturas, tendo um único objetivo, informar a população. O comunicólogo deve lembrar que ele escreve para os outros e não para ele, e que é necessário ler bastante. Mas devo discordar quando a autora diz que um jornalista não precisa saber diagramar uma revista. O mercado atual está muito competitivo e quanto mais conhecimento maior destaque o jornalista terá.
Os três capítulos transformam em detalhes coisas fundamentais como: os aspectos das revistas e suas diferenças com relação aos jornais, sua história, origem. Tem ainda a cronologia dentro do mercado impresso: os formatos que têm maior público e como as revistas estão fazendo para sobreviverem. O Jornalista também é peça fundamental no funcionamento da revista. Ele precisa ter conhecimento geral, se aprofundar em algumas coisas, mas sem deixar de estar aberto para receber outras informações e transmití-las. O que é correto para a sobrevivência do veículo: "falar com menos gente, para falar melhor" ou seja, direcionar para ganhar efetivamente o seu público.
O IV capitulo do livro descreve sobre as diferenças entre a revista e outros meios de comunicação, como televisão, internet e jornais. Enfatiza a postura de proximidade que o leitor assume sobre a revista. Mas para que ocorra essa proximidade é necessário fazer uma pesquisa para descobrir qual é o público que se deseja atingir e qual a melhor forma de aborda-lo. A autora mostra ao leitor as facilidades da revista como o tamanho, a informalidade com o público, a interação público e revista.
No próximo capitulo fala do aspectos econômico do mercado de revista, citando a públicidae, uma revista não pode só viver disso, a concorrência é grande. Sendo assim, usam outras alternativas de investimento. A revista precisa ter um objetivo, um foco para conquistar o público que deseja. Querendo ou não, a disputa entre revista e novas tecnologias existe, mas cada um com suas características. E no VI, descreve algumas características necessárias para ser um bom jornalista. Tratando-se de valores, é preciso adotar a mesma postura independente do veículo em que trabalhe. Deve-se estar antenado a tudo, na medida do possível, ser conhecedor de diversas culturas, manter os princípios do jornalismo em sua conduta, utilizar de fontes confiáveis. E diz sobre o trabalho que dever ser realizado da melhor maneira possível, sempre pensando em quem vai ler a matéria. Já que o jornalista escreve para que outras pessoas possam ler.
O capítulo IV explica as peculiaridades das revista. Antes de ir para parte gráfica, há uma pesquisa de mercado para saber se a publicação tem potencial para seguir a diante. Depois é pensado sobre o formato, conteudo das edições e a periodicidade. Nada é uma revista é feito por acaso, tudo é pensado e repensado para atrair leitores.
Já o capítulo V trata do mercado das revistas em si. A principio, é afirmado que as editoras brasileiras descobriram que podem depender exclusivamente de receita publicitária. Outro ponto abordado é que as revistas femininas são indiscutivelmente as mais vendidas em todo o mundo, seguida por revistas sobre celebridades e tv e por revistas semanais. O modelo que está em ascensão são as publicações feita sob medida. Geralmente encomendadas por um grupo para publicidade da propria empresa. Outro tópico abordado de importância é o imapacto dos meios eletronicos, que muitas vezes é considerado um vilão, mas que ser for bem utilizado, pode virar um aliado primordial para atrair mais leitores.
E por fim , o capítulo VI trata sobre como um bom jornalista de revista deve ser. A conduta do jornalista deve sempre se guiar visando o interesse dos leitores. Deve-se pensar em quem irá ler, pois, apesar das pesquisa de mercado, sua publicação pode interessar a outro público-alvo, e dificuldade de escrita acaba afastando as pessoas.
Nos três capítulos são explicados como a revista é direcionada, pois nela pode haver certa “intimidade” com o leitor, porque podemos reclamar, dar palpites e o melhor: surgem as sugestões de pauta. Sem contar que o formato das delas faz com que sejam fáceis de carregar guardar e colecionar. Como a sua periodicidade não é diária, há uma apuração melhor dos fatos e também existe espaço aberto para entretenimento, algo que elas têm mais liberdade do que o jornal por exemplo. O bom jornalista é sempre um bom jornalista, seja ele de revista ou não. Outra questão importante é a especialização do jornalista. Segundo a autora a especialização não é legal, pois o jornalista é o “especialista das generalidades”.
Nós capitulos anteriores foi esclarecidos de como fazer uma revista uma boa revista. Marilia diz que para ser bom jornalista é preciso ler muito se dedicar bastante.o jornalista sempre tem que saber agradar o leitor, pois o jornalista tem que sabe por pesquisa o que o mais chama atenção dos leitores seja ele leigo ou não. Pois cada edição é feita com cautela para que o alvo principal que é o puplico sempre esteja satisfeito com as revista de grande circulação.neste capitulo te ensina a fazer uma resvista de qualidade a revista também é um meio de comunicação que oferece muitos atrativos para aqueles leitores que gosta de ficar bem informado com o que acontece com o mundo em geral. Toda revista por mas simples que seja tem lá os seus valores que nós leitores sabemos muito bem quais são quando gostamos daquela especifica.
Antes mesmo de ter uma relacão mais próxima com o leitor - a própria linguagem a diferencia de outras mídias - a revista precisa conhecê-lo. Por meio de pesquisas de opinião, pretende-se identificar o leitor para adequar o produto às suas características. Entre outras peculiaridades, o material da revista apresenta maior durabilidade, é mais vistoso, facilita a leitura e valoriza a foto.
Sobre o mercado para as revistas, as receitas publicitárias não garantem sobrevida ao produto. É preciso apostar nas vendas em bancas e por assinaturas. A segmentacão procura fidelizar o público, cada vez mais específico. E na concorrência entre as mídias, a revista mantém suas peculiaridades.
Sobre a atuacão do jornalista em revista, vale ressaltar que deadline mais prolongado permite que o profissional trabalhe melhor o seu texto, cruzando melhor as informacões para encontrar uma boa angulacão e enfoque à sua matéria, facilitando, assim, o pensamento crítico por parte do leitor.
CAPÍTULO IV – Neste capitulo a autora diferencia a revista de outros meios de comunicação como TV, internet, jornal, livro e rádio. O leitor é tratado de você. Tem que ouvi-lo por pesquisas, telefonemas, cartas ou e-mails enviados à redação. As pesquisas devem ser objetivas, quantitativas ou qualitativas. O formato da revista facilita carregá-la, guardá-la ou leitura em qualquer lugar. Sua periodicidade pode ser mensal, quinzenal ou semanal.
CAPITULO V – A disputa por anúncios está acirrada entre revistas, TV, cinema e jornal. Não podem depender de receita publicitária, tem que ter dinheiro com circulação e venda com assinaturas ou em bancas. Perdem leitores ultimamente, mas uma revista que cresce é a que fala de fofoca ou celebridades, como Caras. Compras e catálogos também crescem. Sua segmentação espelha o desenvolvimento do país, há revistas para todo tipo de público. A estabilidade do real permitiu o acesso das classes C e D principalmente em revistas como Tititi, Contigo, Minha Novela. A internet não acabou com as revistas, estas tem função jornalísticas, de entretenimento e publicidade. Algumas se dedicam à educação ou informação.
CAPÍTULO VI - O bom jornalista de revista prima pela qualidade. Os que lêem e escrevem muito tem mais facilidade. Devem desenvolver cultura geral e ser livres de preconceitos, com olhar crítico e responsabilidade sem arrogância. A especialização pode não ser o ideal, já que o jornalista pode utilizar de experts no assunto quando conveniente. Jornalismo não é literatura e também não é opinião própria. O trabalho em equipe é indispensável.
12 comentários:
Os capítulos IV,V e VI do Livro Jornalismo de Revista tratam dos princípios básicos desse meio revista. O primeiro é saber em que a revista se diferencia do jornal, ou da televisão e até a internet. O leitor tem uma relação de apego com a revista, por ser algo que se pode guardar,colecionar, etc. Por essa maior durabilidade as revistas tratam os assuntos com maior profundidade, saindo da factualidade excessiva.
Após esta diferenciação a autora menciona o mercado para as revistas. Hoje as revistas especializadas ganham espaço e a máxima " É preciso falar com menos gente para poder falar melhor" se solidifica. O livro deixa claro também que o temor de que a mídia impressa morreria por causa da internet é infundado, "um meio não substitui o outro, o que acorre são ajustes e correção de rota. O último capítulo trata de um manual para um bom jornalista de revista, que deve ter os mesmo princípios seja qual for o meio em que trabalhe. A diferença dos que trabalham em redações semanais ou mensais é que eles tem mais tempo para apuração, por isso deve ao leitor novos ângulos, notícias exclusivas, explicações mais detalhadas, maior profundidade. Deve se salientar que o texto de revista não é um texto opinativo. Qualquer jornalista, seja qual for o meio, deve se autovigiar e refletir se ele está realmente fazendo o melhor e "duvidar de tudo - principalmente de si mesmo".
Capítulo 4
Para que a revista tenha uma intimidade com o leitor, a mesma precisa saber ouvi-lo. Um dos principais meios de aproximação entre o público e a revista é o serviço de atendimento ao leitor. Neste espaço o leitor dar palpites, criticas ou elogios. Para fazer revista é preciso ter uma idéia prévia da publicação e do público que pretende atingir e claro, a pesquisa “corpo a corpo” com o público (formal ou informal), para assim fazer as devidas correções.
O formato da revista, a diferencia dos demais meios de comunicação impressa. Dentre as inúmeras qualidades, a revista é fácil de carregar, de guardar, não suja as mãos como os jornais e proporciona uma boa qualidade de leitura do texto e da imagem. O formato mais comum é de 20X2X26,06cm, que é o tamanho das revistas Veja e Time. Essa medida proporciona melhor utilização do papel e maior economia. Revistas Femininas Européias estão reduzindo seu formato, fazendo muito sucesso com as chamadas “revistas de bolso”.
Independente das inovações tecnológicas, o que deve prevalecer é a necessidade do leitor.
Os veículos de comunicação precisam respeitar a vocação de cada meio, caso contrário, tende a “morrer” muito rápido.A revistas não podem se limitar a apresentar apenas um resumo das principais notícias É necessário explorar além do que o público já sabe ou já conhece. É preciso “entrar” no ritmo de cada publicação. Um verdadeiro aprendizado.
Aluna: Caroline Nardiane
Capítulo 5
Os veículos de comunicação disputam não somente a atenção do leitor, mas competem entre si, a publicidade e o dinheiro pago pelo anunciante. Com a concorrência, as revistas sabem que não podem depender somente dos anúncios, principalmente a revista de negócios que são as que mais sofrem. Diante disso, os meios impressos devem investir na circulação, seja com assinantes ou com vendas em pontos alternativos.
Estão em alta, as revistas que se dedicam ao público que se preocupa com a qualidade de vida, as que trazem programação de televisão e fofocas de celebridades. Uma tendência no mercado são as revistas feitas por encomenda para empresas ou grupo. A primeira no Brasil foi “O Velocípede”, da Casa Comercial Bazar 65, na Bahia em 1875.
Voltada ao consumo, as revistas, podem ser chamadas de “supermercados culturais, pois incentivam a cultura, estilo e muitas compras. Ao público conservador e consciente, crescem o mercado que prega uma vida simples e consciente. Muitos lançamentos que deram certo se deve as revistas que falam de saúde e vida ativa. A multiplicação e a segmentação das revistas está relacionada com o grau de modernização de um país, ou seja, quanto maior o número de publicações para os diferentes públicos, maior será a expansão cultural.
O marco no mercado de revistas brasileiro na esteira do Plano Real. Com a estabilidade da moeda, as classes C e D entraram no chamado mercado consumidor. Com isso aumentou as publicações voltadas para as mulheres da classe C.
A maioria de lançamentos de revistas no Brasil é copiada de revistas norte-americanas e européias. Sendo assim, deveria se investir em revistas que retratassem a realidade brasileira. Seria uma estratégia para as editoras.
Ao longo das experiências, é preciso compreender que a revista precisa ter um foco. Precisa ter um segmento. Ao contrário da internet, ela não permite que o consumidor tenha acesso a ilimitadas informações. Sendo assim, a revista não fala com todo mundo e não individualiza o leitor.
Cada meio de comunicação tem sua vocação, mesmo quando uma tecnologia substitui outra. O que acontece entre os meios são ajustes e correções de rota. Cada um na sua direção. A revista tem o papel de reafirmar a identidade de grupos de interesses específicos, porém diante do confronto de novas tecnologias que ainda estão por vir, os veículos e principalmente as revistas terão que identificar suas especificidades e dispor do que os outros meios não oferecem.
Aluna: Caroline Nardiane
Capitulo 6
Para ser um bom jornalista, exige se dedicação, muita leitura, entendimento no que se diz respeito à imprensa, o país e o mundo. A princípio é necessário ter uma cultura razoável, sem preconceitos e um olhar critico sobre o próprio trabalho. Um bom jornalista deve ser ético, sem arrogâncias e dar o melhor de si. O jornalista adquire credibilidade quando esse reconhece os próprios erros. É primordial que os princípios básicos do jornalismo sejam respeitados. Esforçar na apuração dos fatos, compromisso com a verdade, ouvir os dois lados, ter um bom texto e escrever bem é fundamental. “Uma mão lava a outra”. Digo isso porque são os bons textos que nos ensinam a escrever bem.
O leitor precisa estar em primeiro lugar. Para isso é importante que o jornalista de revista entenda que na maior parte do tempo, ele estará mais ocupado na prestação de serviço do que em apresentar furo de reportagem. Para uma boa prestação de serviços é necessário checar as informações, ouvir fontes CONFIÁVEIS, e enfim, fazer o verdadeiro jornalismo diante de qualquer circunstância.
Um jornalista especializado tem suas tipicidades e seus riscos. É a falta de especialização que o capacita a perguntar uma pergunta que ele e muitas outras pessoas não sabem, transmitindo assim, uma linguagem fácil.
Já o jornalista especializado, pode perder a curiosidade do leitor comum.
É preciso que o jornalista faça uma revista acessível aos leitores comuns e ao mesmo tempo por um especialista da área.
Além dos princípios básicos, o bom jornalista de revista é aquele que consegue visualizar a matéria já editada na pagina. Os recursos gráficos não é problema para a revista. Dominar a linguagem visual é fundamental. Além disso, integração em equipe é primordial para que a revista supra as necessidades do leitor.
Somando esses requisitos, teremos uma revista informativa e atraente.
Aluna: Caroline Nardiane
O 4º capítulo do livro trata da diferença entre a revista e outros meios de comunicação, como é o processo de construção e as análises que devem ser feitas antes e pós- publicação. A proximidade que este veículo estabelece com seu leitor conhecendo melhor seus hábitos. Porém, ressalta para as dificuldades de se escrever matéria para uma revista, por esta ter sua periodicidade semanal, quinzenal e até mesmo mensal
Logo em seguida a autora alerta para as publicidades que não tem dado mais lucro, como antes, pois os empresários passaram a publicar suas próprias revistas. Mostra a época em que esses periódicos começaram a atingir as camadas mais populares, e das adaptações que foram feitas para que a linguagem simples não se tornasse vulgar.
E, por fim, ressalta que um bom jornalista deve conhecer um pouco de outras culturas, tendo um único objetivo, informar a população. O comunicólogo deve lembrar que ele escreve para os outros e não para ele, e que é necessário ler bastante. Mas devo discordar quando a autora diz que um jornalista não precisa saber diagramar uma revista. O mercado atual está muito competitivo e quanto mais conhecimento maior destaque o jornalista terá.
Os três capítulos transformam em detalhes coisas fundamentais como: os aspectos das revistas e suas diferenças com relação aos jornais, sua história, origem. Tem ainda a cronologia dentro do mercado impresso: os formatos que têm maior público e como as revistas estão fazendo para sobreviverem. O Jornalista também é peça fundamental no funcionamento da revista. Ele precisa ter conhecimento geral, se aprofundar em algumas coisas, mas sem deixar de estar aberto para receber outras informações e transmití-las. O que é correto para a sobrevivência do veículo: "falar com menos gente, para falar melhor" ou seja, direcionar para ganhar efetivamente o seu público.
O IV capitulo do livro descreve sobre as diferenças entre a revista e outros meios de comunicação, como televisão, internet e jornais. Enfatiza a postura de proximidade que o leitor assume sobre a revista. Mas para que ocorra essa proximidade é necessário fazer uma pesquisa para descobrir qual é o público que se deseja atingir e qual a melhor forma de aborda-lo. A autora mostra ao leitor as facilidades da revista como o tamanho, a informalidade com o público, a interação público e revista.
No próximo capitulo fala do aspectos econômico do mercado de revista, citando a públicidae, uma revista não pode só viver disso, a concorrência é grande. Sendo assim, usam outras alternativas de investimento. A revista precisa ter um objetivo, um foco para conquistar o público que deseja. Querendo ou não, a disputa entre revista e novas tecnologias existe, mas cada um com suas características.
E no VI, descreve algumas características necessárias para ser um bom jornalista. Tratando-se de valores, é preciso adotar a mesma postura independente do veículo em que trabalhe. Deve-se estar antenado a tudo, na medida do possível, ser conhecedor de diversas culturas, manter os princípios do jornalismo em sua conduta, utilizar de fontes confiáveis. E diz sobre o trabalho que dever ser realizado da melhor maneira possível, sempre pensando em quem vai ler a matéria. Já que o jornalista escreve para que outras pessoas possam ler.
O capítulo IV explica as peculiaridades das revista. Antes de ir para parte gráfica, há uma pesquisa de mercado para saber se a publicação tem potencial para seguir a diante. Depois é pensado sobre o formato, conteudo das edições e a periodicidade. Nada é uma revista é feito por acaso, tudo é pensado e repensado para atrair leitores.
Já o capítulo V trata do mercado das revistas em si. A principio, é afirmado que as editoras brasileiras descobriram que podem depender exclusivamente de receita publicitária. Outro ponto abordado é que as revistas femininas são indiscutivelmente as mais vendidas em todo o mundo, seguida por revistas sobre celebridades e tv e por revistas semanais.
O modelo que está em ascensão são as publicações feita sob medida. Geralmente encomendadas por um grupo para publicidade da propria empresa. Outro tópico abordado de importância é o imapacto dos meios eletronicos, que muitas vezes é considerado um vilão, mas que ser for bem utilizado, pode virar um aliado primordial para atrair mais leitores.
E por fim , o capítulo VI trata sobre como um bom jornalista de revista deve ser. A conduta do jornalista deve sempre se guiar visando o interesse dos leitores. Deve-se pensar em quem irá ler, pois, apesar das pesquisa de mercado, sua publicação pode interessar a outro público-alvo, e dificuldade de escrita acaba afastando as pessoas.
Nos três capítulos são explicados como a revista é direcionada, pois nela pode haver certa “intimidade” com o leitor, porque podemos reclamar, dar palpites e o melhor: surgem as sugestões de pauta. Sem contar que o formato das delas faz com que sejam fáceis de carregar guardar e colecionar. Como a sua periodicidade não é diária, há uma apuração melhor dos fatos e também existe espaço aberto para entretenimento, algo que elas têm mais liberdade do que o jornal por exemplo. O bom jornalista é sempre um bom jornalista, seja ele de revista ou não. Outra questão importante é a especialização do jornalista. Segundo a autora a especialização não é legal, pois o jornalista é o “especialista das generalidades”.
Nós capitulos anteriores foi esclarecidos de como fazer uma revista uma boa revista. Marilia diz que para ser bom jornalista é preciso ler muito se dedicar bastante.o jornalista sempre tem que saber agradar o leitor, pois o jornalista tem que sabe por pesquisa o que o mais chama atenção dos leitores seja ele leigo ou não. Pois cada edição é feita com cautela para que o alvo principal que é o puplico sempre esteja satisfeito com as revista de grande circulação.neste capitulo te ensina a fazer uma resvista de qualidade a revista também é um meio de comunicação que oferece muitos atrativos para aqueles leitores que gosta de ficar bem informado com o que acontece com o mundo em geral. Toda revista por mas simples que seja tem lá os seus valores que nós leitores sabemos muito bem quais são quando gostamos daquela especifica.
Antes mesmo de ter uma relacão mais próxima com o leitor - a própria linguagem a diferencia de outras mídias - a revista precisa conhecê-lo. Por meio de pesquisas de opinião, pretende-se identificar o leitor para adequar o produto às suas características.
Entre outras peculiaridades, o material da revista apresenta maior durabilidade, é mais vistoso, facilita a leitura e valoriza a foto.
Sobre o mercado para as revistas, as receitas publicitárias não garantem sobrevida ao produto. É preciso apostar nas vendas em bancas e por assinaturas. A segmentacão procura fidelizar o público, cada vez mais específico. E na concorrência entre as mídias, a revista mantém suas peculiaridades.
Sobre a atuacão do jornalista em revista, vale ressaltar que deadline mais prolongado permite que o profissional trabalhe melhor o seu texto, cruzando melhor as informacões para encontrar uma boa angulacão e enfoque à sua matéria, facilitando, assim, o pensamento crítico por parte do leitor.
Por Francisco Elizeu Porto Nascimento
CAPÍTULO IV – Neste capitulo a autora diferencia a revista de outros meios de comunicação como TV, internet, jornal, livro e rádio. O leitor é tratado de você. Tem que ouvi-lo por pesquisas, telefonemas, cartas ou e-mails enviados à redação. As pesquisas devem ser objetivas, quantitativas ou qualitativas. O formato da revista facilita carregá-la, guardá-la ou leitura em qualquer lugar. Sua periodicidade pode ser mensal, quinzenal ou semanal.
CAPITULO V – A disputa por anúncios está acirrada entre revistas, TV, cinema e jornal. Não podem depender de receita publicitária, tem que ter dinheiro com circulação e venda com assinaturas ou em bancas. Perdem leitores ultimamente, mas uma revista que cresce é a que fala de fofoca ou celebridades, como Caras. Compras e catálogos também crescem. Sua segmentação espelha o desenvolvimento do país, há revistas para todo tipo de público. A estabilidade do real permitiu o acesso das classes C e D principalmente em revistas como Tititi, Contigo, Minha Novela. A internet não acabou com as revistas, estas tem função jornalísticas, de entretenimento e publicidade. Algumas se dedicam à educação ou informação.
CAPÍTULO VI - O bom jornalista de revista prima pela qualidade. Os que lêem e escrevem muito tem mais facilidade. Devem desenvolver cultura geral e ser livres de preconceitos, com olhar crítico e responsabilidade sem arrogância. A especialização pode não ser o ideal, já que o jornalista pode utilizar de experts no assunto quando conveniente. Jornalismo não é literatura e também não é opinião própria. O trabalho em equipe é indispensável.
Paulo Fernandes
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